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Sou alguém que se encanta pela vida no dia a dia, descobrindo sempre novas formas de agir, se melhorando e tentando melhorar o seu redor. Acreditando que a Luz está dentro de cada um e que ela deve iluminar sempre a caminhada. Tenho como intenção: fazer amigos, aperfeiçoar a vida, dedicar-me às boas obras, promover a verdade e reconhecer nos semelhantes meus irmãos de caminhada. Descobrindo sempre mais e mais de vários mundos: Mundos terapêuticos, ideais, sustentáveis, mágicos, de Paz...

11 de out de 2014

Estresse – o que fazer para ficar de bem com a vida?

A agitação do dia a dia, principalmente nas grandes cidades, provoca o estresse, que têm um efeito cumulativo no organismo humano e pode provocar mais problemas do que se imagina.
O estresse é um estado de tensão que causa uma ruptura no equilíbrio interno do organismo.

É por isso que, às vezes, em momentos de desafios, nosso coração bate rápido demais, o estômago não consegue digerir a refeição e o sono fica prejudicado.
Este desequilíbrio energético evolui de forma gradual e isso não é nada bom.

Há pessoas que tem em suas vidas uma fonte de estresse grande e permanente, como uma ocupação complicada ou uma situação familiar conflituosa, que constantemente afeta o seu equilíbrio interior.
Nesses casos, o processo do estresse se constitui em um ciclo de altos e baixos, em que a pessoa consegue, com esforço, restabelecer o equilíbrio, este é quebrado novamente e mais uma vez é restabelecido temporariamente.

Para outras pessoas, alguns episódios de tensão já são suficientes para desencadear uma crise.
Nesse momento, quando não se consegue mais lidar com a tensão emocional, o corpo e a mente dão sinais visíveis de alerta.

A memória começa a falhar, coisas pequenas e corriqueiras são esquecidas como se nunca tivessem acontecido.
O outro sinal do corpo é acordar de manhã, após uma boa noite de sono, muito cansado.

Um dos primeiros reflexos observados é o cansaço mental e físico, depois surgem lentamente as dores devido ao acúmulo de tensão na musculatura, principalmente nos ombros,  pescoço e o tórax.
O organismo reage ao estresse secretando excessivamente alguns hormônios como os corticoides e a adrenalina,  produzidos pelas glândulas suprarrenais e liberadas na corrente sanguínea.
Externamente o corpo vai mostrando a evolução deste desequilíbrio interno.
Na cabeça (cabelos), aparecem a dermatite seborreica (caspa), a oleosidade, a queda e, em alguns casos, a perda total dos fios. Sinais de “cabeça quente”!

Na pele, surgem cravos e espinhas, urticária, coceiras, manchas, micoses, herpes, vitiligo e psoríase.
Essas “irritações” indicam que emocionalmente também estamos “irritados”!

Se nada é feito para aliviar a tensão, o nosso organismo fica sem energia para enfrentar o problema, este enfraquece, e uma série de doenças surgem: gripes, gastrite, retração de gengiva, problemas dermatológicos etc. 
Caso o estresse continue, a pessoa se sentirá cada vez mais exaurida, sem energia, depressiva, com crises de ansiedade e desânimo.

Não é o estresse que causa essas doenças, mas ele propicia o desencadeamento daquelas para as quais a pessoa já tinha uma predisposição ou, ao reduzir a defesa imunológica, ele abre um espaço para que doenças oportunistas se manifestem.

Se você já teve alguma manifestação física (infarto, úlcera, psoríase etc) desencadeada por um estresse muito grande ou pela somatória de muitos fatores estressantes, pequenos, mas constantes, você deverá procurar ajuda profissional.

O controle do estresse se baseia em quatro colunas:

-Alimentação correta, a fim de repor os nutrientes perdidos durante os períodos estressantes;
-Relaxamento e lazer , a fim de reduzir a tensão mental e física que sempre acompanha o estressado;
-Prática de exercícios físicos, para utilizar e gastar o acúmulo de hormônios que o estresse faz o corpo disparar;
-Reestruturação dos aspectos emocionais e comportamentais para saber viver de forma mais harmoniosa e pacífica, administrando a pressão social.

Muitas pessoas passam boa parte de sua vida queixando-se de excesso de trabalho, reclamam do acúmulo de tarefas, das exigências de produtividade, enfim, de como são ocupadas.Sem perceberem que são elas próprias que acumulam mais funções do que podem realizar.Essa pessoa está doente! Tem a doença da pressa.

Dois cardiologistas americanos estudaram, na década de 1950, e definiram a doença da pressa como sendo um conjunto de ações e emoções que inclui ambição, agressividade, competitividade, impaciência, tensão muscular, estado de alerta, fala rápida e enfática e um ritmo de atividade acelerado.Além disso, fazem parte desse estilo de comportamento, a irritabilidade, a hostilidade e a facilidade em sentir-se irado.Estudos mais recentes têm considerado também, como muito importantes, os pensamentos da pessoa induzindo à doença da pressa.

Esse tipo de pessoa está sempre envolvida em lutas para alcançar metas, sendo super-conscienciosa e dedicada ao trabalho, se esforçando para se superar sempre em suas tarefas, até mesmo nos esportes e Hobbies, ocupando todo o seu dia com alguma tarefa e experimentando sentimentos de culpa quando está parada ou descansando.

O que fazer para mudar?

Existem várias formas de se interpretar uma situação, será que você está escolhendo aquilo que lhe traz mais sofrimento?
Verifique se está se estressando com situações imaginárias.
Reflita e avalie seus objetivos de vida, principais interesses, senso de humor, questões humanitárias e o que lhe dá um prazer real.
Será que você está caminhando na vida na direção em que realmente quer ir e com satisfação?

Compreenda e respeite seus limites.
Cultive afeto nos relacionamentos, olhe e escute as pessoas.
Procure realizar diariamente atividades que não sejam profissionais, conversar sobre outros assuntos, caminhar, olhar a natureza, ouvir música ou, simplesmente, tirar um tempo só para você pensar sobre sua vida, estabelecendo metas também na área pessoal.Não espere mais para começar, você pode parar de ser sua própria fábrica de estresse e passar a produzir bem-estar para si mesmo.


Autora: Mirhyam Conde Canto – Acupuntura, Oligoterapia e Terapias Holísticas
Texto publicado no site de Ana Maria Braga em 11/05/2011


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