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Sou alguém que se encanta pela vida no dia a dia, descobrindo sempre novas formas de agir, se melhorando e tentando melhorar o seu redor. Acreditando que a Luz está dentro de cada um e que ela deve iluminar sempre a caminhada. Tenho como intenção: fazer amigos, aperfeiçoar a vida, dedicar-me às boas obras, promover a verdade e reconhecer nos semelhantes meus irmãos de caminhada. Descobrindo sempre mais e mais de vários mundos: Mundos terapêuticos, ideais, sustentáveis, mágicos, de Paz...

22 de mai de 2013

DR. EDWARD BACH




O Dr. Edward Bach (1886-1936) era um médico com ideias avançadas para o seu tempo. 
Ao longo da sua curta carreira, evoluiu da medicina ortodoxa para o desenvolvimento de uma forma de medicina natural para tratar a saúde emocional e espiritual, muito em sintonia com as tendências de saúde natural de hoje.

Nascido em Moseley, nos arredores de Birmingham, e de origem galesa, ele era uma criança intuitiva, delicada, mas independente, com um grande amor pela natureza. 

Deixou a escola aos 16 anos e passou três anos na fundição de latão do pai, em Birmingham, para pagar seus estudos de medicina.

Os primeiros anos de carreira de Dr. Bach foram ao mesmo tempo convencionais e bem sucedidos. 
Em 1912 diplomou-se pelo University College Hospital (UCH), onde se tornou médico encarregado das emergências (Casualty Medical Officer) em 1913; ainda nesse ano, tornou-se cirurgião de emergências (Casualty House Surgeon) no National Temperance Hospital. 
Após recuperar-se de problemas de saúde, abriu um consultório próximo de Harley Street, em Londres, onde obteve grande sucesso.

Desde novo, o Dr. Bach havia percebido que a personalidade e as atitudes das pessoas afetam o seu estado de saúde. 
Quando era estudante, interessou-se pelos doentes, vendo-os como pessoas e não como casos, e desde cedo concluiu que, na doença, a personalidade é mais importante que os sintomas e de ser levada em conta no tratamento médico.

Ele tornou-se cada vez mais insatisfeito com os limites da medicina convencional e a sua focalização na cura dos sintomas. 
Acreditando que o tratamento eficaz devia concentrar-se nas causas da doença, decidiu seguir o seu interesse pela imunologia e tornou-se Bacteriologista Assistente no UCH em 1915.

Sua saúde nunca foi muito boa; dispensado do recrutamento militar para a Primeira Guerra Mundial, adoeceu em 1917 e pensou que poderia morrer. 
A determinação em concluir o seu trabalho levou a uma recuperação completa e, quando mais tarde desenvolveu os seus florais, foi fortemente influenciado pela convicção de que seguir a nossa verdadeira vocação é essencial para a saúde espiritual e física.

De 1919 a 1922, trabalhou como patologista e bacteriologista no London Homeopathic Hospital (Hospital Homeopático de Londres). 
Enquanto lá esteve, ficou surpreso pelo fato de Samuel Hahnemann, o fundador da homeopatia, ter reconhecido a importância da personalidade na doença, 150 anos antes. 
Combinando estes princípios com os seus conhecimentos da medicina convencional, desenvolveu os Sete Nosódios de Bach, que são vacinas orais baseadas em bactérias intestinais que purifica o trato intestinal, com efeitos notáveis na saúde geral do paciente e em estados crônicos difíceis, tais como a artrite.

Ele mantinha o seu consultório de Harley Street e tratava os pobres gratuitamente em Nottingham Place. 
No seu pouco tempo livre, procurava métodos mais puros e simples de cura.
Embora a comunidade médica tivesse adaptado as suas vacinas (que ainda continuam a ser utilizadas hoje por alguns homeopatas e outros médicos), ele não gostava do fato de se basearem em bactérias e estava ansioso por substituí-las por métodos mais suaves, possivelmente baseadas em plantas.
Em 1928, no decorrer de um jantar, teve uma revelação. 
Observando os convidados, compreendeu que pertenciam a tipos distintos. 
A partir daí, chegou à inspirada conclusão de que cada tipo reagiria à doença de uma maneira particular. 
Nesse outono, visitou o País de Gales e trouxe com ele duas plantas, Mimulus e Impatiens; preparou-as como o fazia com as vacinas orais e receitou-as de acordo com a personalidade do doente, com resultados imediatos e coroados de êxito.
Nesse mesmo ano, acrescentou a Clematis. 
Com estes três florais, ele estava no limiar de desenvolver um sistema de medicina inteiramente novo.

Na primavera de 1930, com 43 anos de idade, o Dr. Bach encerrou o seu laboratório e consultório e foi para o País de Gales à procura de mais “florais” na natureza. 
Quando numa manhã caminhava por um campo coberto de orvalho, compreendeu subitamente que cada gota de orvalho, aquecida pelo sol, adquiria as propriedades curativas da planta na qual se encontrava depositada. 
Isto o inspirou a desenvolver um método de preparação de florais utilizando água pura.

Mais para o fim desse ano escreveu a curta obra “Cura-te a Ti Mesmo”, com a sua mensagem de que a doença física resulta de um conflito com os nossos desígnios espirituais. 
Este livro foi publicado em 1931 e continua a ser reeditado desde então.

Desde agosto de 1930 até 1934, o Dr. Bach fixou-se em Cromer, na costa de Norfolk, encontrando e preparando mais florais e com eles tratou os seus pacientes com sucesso.

O Dr. Bach não cobrava pelas consultas e os seus recursos financeiros estavam diminuindo.
Em 1934 mudou-se para Mount Vernon, a pequena casa de Oxfordshire que atualmente é o Dr. Edward Bach Centre (Centro Bach).
Continuou a trabalhar, escrevendo, tratando doentes em Sotwell e em Londres, prosseguindo a sua busca de outros florais. 
Durante esta fase, sofreu consideravelmente, tanto mental como fisicamente até conseguir encontrar a planta que aliviasse os seus sintomas.

Ele continuou a trabalhar, a ensinar e ao mesmo tempo a formar assistentes que continuassem o seu trabalho. 
Assim que acabou de criar os 38 florais e o Rescue, viu que não eram necessários mais florais; os 38 florais cobriam todos os aspectos da natureza humana e assim todos os estados de espírito negativos subjacentes a doença.

No final de Novembro de 1936, morreu enquanto dormia, satisfeito por ter concluído a sua missão. 
Confiou a plena responsabilidade pela continuidade do seu trabalho aos amigos e colegas que tinha formado. 
E pediu também que a sua casa continuasse a constituir a fonte de informação sobre a sua obra. 
Por isso, ainda hoje o Bach Centre em Mount Vernon participa ativamente no aconselhamento e educação, continuando a preparar as tinturas-mãe. 
Os curadores asseguram assim a manutenção das tradições e princípios de pureza, simplicidade e integridade. 
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