Um pouco sobre mim...

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Sou alguém que se encanta pela vida no dia a dia, descobrindo sempre novas formas de agir, se melhorando e tentando melhorar o seu redor. Acreditando que a Luz está dentro de cada um e que ela deve iluminar sempre a caminhada. Tenho como intenção: fazer amigos, aperfeiçoar a vida, dedicar-me às boas obras, promover a verdade e reconhecer nos semelhantes meus irmãos de caminhada. Descobrindo sempre mais e mais de vários mundos: Mundos terapêuticos, ideais, sustentáveis, mágicos, de Paz...

9 de nov de 2012

Florais de Bach - “A História dos Viajantes”

Era uma vez, e sempre era uma vez, dezesseis viajantes que iniciaram uma jornada pela floresta.
No começo tudo foi bem, mas após uma certa distância, um deles, Agrimony, começou a preocupar-se e a pensar que poderiam não estar no caminho certo.
Algum tempo depois, durante à tarde, conforme iam penetrando nas sombras da floresta, Mimulus começou a ficar com medo de que tivessem perdido a rota.
Quando o Sol se pôs, a sombras aumentaram e os ruídos noturnos fizeram-se ouvir, e Rock Rose ficou aterrorizado e em estado de pânico.
No meio da noite, quando tudo estava escuro, Gorse perdeu a esperança e disse:
" Não posso prosseguir. Continuem vocês, mas eu ficarei aqui até que a morte alivie meu sofrimento".
Por outro lado, Oak, embora sentindo que tudo estava perdido e que nunca mais veria a luz do Sol, disse: "Lutarei até o fim" e falou isso impetuosamente.
Scleranthus tinha uma esperança, mas às vezes, sofria muito devido à incerteza e indecisão, primeiro querendo seguir um caminho e quase em seguida seguindo pelo outro.
Clematis prosseguia tranqüila e pacientemente, preocupando-se apenas um pouco em se cairia no sono ou se sairia da floresta.
Gentian, muito alegre na partida, caiu num estado de desalento e depressão.
Os outros viajantes nunca tiveram medo, queriam continuar, e à sua maneira, queriam muito ajudar seus companheiros.
Heather estava certo que conhecia o caminho e queria que todos o seguissem.
Chicory não se importava com o final da jornada, mas era bastante solícito, procurando saber se seus companheiros estavam cansados ou tinham bastante comida.
Cerato não confiava muito em seu próprio julgamento e queria experimentar todas as trilhas para ter certeza de que não estava errado.
O meigo e pequeno Centaury queria tanto aliviar a tensão de todos, que estava pronto para carregar a bagagem de todo mundo.
Infelizmente para o pequeno Centaury, ele geralmente carregava a carga daqueles mais capazes de suportá-la, porque eram os que pediam mais alto.
Rock Water, pressuroso para ajudar, deprimia um pouco o grupo porque criticava aquilo que achava que estavam fazendo de errado, mas, ele, Rock Water, conhecia o caminho.
Vervain também deveria conhecer bem o caminho e, embora tivesse ficado ligeiramente confuso, seguiu em frente pelo único caminho que levava à saída da floresta.
Impatiens também conhecia muito bem o caminho de casa, de modo que ficava impaciente com aqueles que andavam mais lentamente.
Water Violet
já tinha andado antes por aquele caminho e mostrava-se ligeiramente orgulhoso e um pouco desdenhoso sem que os outros compreendessem por que.
Water Violet achava-os inferiores.
E no final todos conseguiram atravessar a floresta.

Agora eles trabalham como guias para outros viajantes que não fizeram a viagem antes, porque sabem que há um caminho e porque sabem que a escuridão da floresta é formada apenas pelas sombras da noite.
Caminham como heróis destemidos e cada um dos dezesseis viajantes ensina, à sua maneira, a lição, o exemplo necessário.

Agrimony libertou-se de todas as preocupações e vive fazendo brincadeiras.
Mimulus perdeu o medo.
Rock Rose nos momentos mais negros é o retrato da calma e da serena coragem.
Gorse, naquelas noites mais escuras, fala aos viajantes do progresso que farão quando o Sol surgir pela manhã.
Oak resiste imperturbável ao vento mais forte;
Scleranthus caminha com plena certeza;
os olhos de Clematis estão fixos na alegria da chegada
e nenhuma dificuldade ou revés pode desencorajar Gentian.
Heather aprendeu que cada viajante precisa seguir seu próprio caminho e tranqüilamente segue em frente, para mostrar que isso pode ser feito.
Chicory, sempre querendo dar a mão, mas apenas quando lhe pedem, o faz muito calmamente.
Cerato conhece muito bem os atalhos que levam a lugar nenhum
e Centaury sempre busca aquele mais fraco, que acha muito pesada a sua carga.
Rock Water parou de acusar; passa o tempo todo encorajando.
Vervain não faz mais sermões; apenas aponta o caminho silenciosamente.
Impatiens parou de apressar e se coloca entre os últimos para manter seu passo.
E Water Violet, mais parecido com um anjo do que com um homem, passa entre os companheiros como uma brisa morna ou um raio glorioso de sol, abençoando a todos.

copiado do site: http://www.ahau.org

Texto interessante que explica o comportamento do ser humano na classificação do Dr Bach, e como cada tipo de floral age, transmutando uma emoção negativa em positiva...

Indico os florais através da Radiestesia!! 

O pêndulo, conectado com a energia do interessado, indica quais os florais mais indicados!!

Essa análise e indicação pode ser feita no consultório, ou através da Internet, bastando enviar o nome e data de nascimento do interessado.

Querendo saber mais detalhes, entre em contato pelo e-mail: mirhyamcanto@uol.com.br

13 de set de 2012

Os benefícios do toque terapêutico


Quem não gosta de receber uma boa massagem, com mãos suaves e toque profundo?
Deixando um pouco de lado as inúmeras técnicas terapêuticas de massagem, analisemos simplesmente quais são as sensações e benefícios ao sermos tocados por mãos bem intencionadas e cheias de energia.
O toque terapêutico é essencial para nosso equilíbrio diário das energias físicas e mentais, movendo para fora de nosso corpo desde toxinas (alimentares e mentais) à excesso de líquido até então retido em determinadas regiões, ocasionando também o relaxamento do tecido muscular, bom funcionamento do tecido nervoso, estimulando o sistema linfático e fortalecimento do tecido ósseo.
Em nível físico, ao tocarmos alguém com o mínimo de conhecimento anatômico e fisiológico, podemos auxiliar na recuperação de órgãos e demais tecidos lesionados, fortalecer musculatura, estimular o funcionamento natural do trato digestivo, auxiliar na circulação do sangue, que muitas vezes não chega corretamente em alguns membros devido à obstruções e descongestionar vias respiratórias.
São inúmeros os benefícios que se adquire ao sermos tocados carinhosamente, inclusive em níveis mais sutis, como o desbloqueio de canais energéticos (que circulam paralelamente aos canais físicos) chamados de meridianos ou nadis, promovendo a harmonização e alinhamento dos chakras (centros de energia), e a desobstrução de pontos energéticos.
Existem regiões em nosso corpo que nós mesmos esquecemos de tocar, ou quando o fazemos não estamos conscientes o suficiente para percebê-lo. Como quando tomamos banho e mecanicamente ensaboamos todo o corpo sem ner nos dar conta do perfume, espuma, sensações…, estamos sempre com a cabeça no mundo da lua!
 Cada técnica de massagem está inserida em alguma Medicina ou Terapia, e são essas que norteiam as regiões e pontos de energia à serem estimulados buscando os benefícios já citados.
Cada ponto tem sua função energética e física, podendo assim optarmos por massagear determinados pontos considerando o reequilíbrio que estamos buscando.
Mesmo quem não possui nenhum conhecimento das Terapias Energéticas, pode se auto massagear e buscar se conhecer através das sensações obtidas pelo toque, atentando também às reações emotivas que esse toque pode desencadear. 
Ao nos tocarmos com consciência, amor e gratidão pela vida, nos abrimos ao universo interior e à uma viagem de respostas á perguntas que não nos lembrávamos mais…
Boa viagem!
Fonte: Glendha  Kreutzer
copiado de http://fracalanzaparquedatransicao.blogspot.com.br/2012/09/os-beneficios-do-toque-terapeutico.html 

Dra Mirhyam Conde Canto:
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Apostila de Do-in (Auto-massagem) em PDF enviada por e-mail por R$20,00 por depósito antecipado
 

4 de set de 2012

A História de Eduard Bach

Veja como o Dr. Bach descobriu as suas essências florais. Dr. Edward Bach nasceu em 24 de setembro de 1886, em Moseley, um vilarejo perto de Birmingham, Inglaterra.
Com 17 anos alistou-se no Corpo de Cavalaria de Worcestershire, onde pode liberar mais seu amor pelos animais e passar algum tempo em contato com a natureza.
Nesta época já não se conformava com os tratamentos paliativos que seus colegas trabalhadores recebiam, e acreditava haver um meio de curar realmente, inclusive as doenças tidas como incuráveis.
Com 20 anos entrou na Universidade de Birmingham.
Finalizou os estudos com o treinamento prático no "University College Hospital" em Londres, em 1912.
Além dos diplomas e títulos que obteve ao se formar, recebeu também os títulos de Bacteriologista e Patologista, em 1913, e o diploma de Saúde Pública, em 1914.


Hemorragia em 1917

Neste ano, foi rejeitado para servir na Guerra fora do país, provavelmente por sua saúde frágil.
Entretanto, ficou responsável por 400 leitos no "University College Hospital", com o trabalho no Departamento de Bacteriologia e também como Assistente Clínico do Hospital da Escola de Medicina (período de 1915 a 1919).
Trabalhou incansavelmente mesmo não sentindo-se bem, e, após avisos constantes de pré-estafa não respeitados, teve uma severa hemorragia em julho de 1917.
Submetido a uma cirurgia de urgência, foi-lhe comunicado que talvez não tivesse mais que três meses de vida.

(O início das descobertas)

No entanto, sentindo uma melhora, reuniu suas forças e foi para o laboratório trabalhar. Passou a dedicar-se à pesquisa dia e noite.
Além de não pensar na doença por ter a sua mente ocupada, voltar a trabalhar em função do objetivo da sua vida lhe trazia energia para prosseguir.
Em pouco tempo estava totalmente recuperado.
Passou a ser cada vez mais conhecido pelas suas descobertas no campo da bacteriologia. Trabalhou em tempo integral para o "University College Hospital", e depois como bacteriologista do "London Homeopathic Hospital", permanecendo lá até 1922.

Foi nesta situação que conheceu a Doutrina de Hahnemann e seu livro básico: o "Organon da Arte de Curar", escrito mais de cem anos antes do seu tempo.
Descobriu a genialidade de Hahnemann, que curava mais guiado pelos sintomas mentais que pelos físicos.

Os Nosódios de Bach

Em 1926, publica com C.E. Wheeler o "Cronic Disease.A Working Hypothesis".
Nesta época, os nosódios intestinais, já conhecidos como Nosódios de Bach, eram utilizados em toda Grã-Bretanha e também em vários outros países.
Bach começou então tentar substituir os nosódios por medicamentos preparados com plantas, e foi a esta altura que optou pelo sistema homeopático de diluição e potencialização, duas flores que trouxe de Gales, em 1928.
Estas plantas eram Impatiens e Mimulus.
Pouco depois também utilizou Clematis.
Os resultados foram encorajadores.
Também nesta época começou a separar os indivíduos por grupos de semelhança de comportamento, como se sofressem do mesmo problema.
Ele mesmo conta que isto aconteceu, depois que foi em uma festa, e ficou em um canto observando as pessoas quando teve um insight.
Bach imaginou que deveria existir um medicamento que aliviasse este sofrimento comum a cada grupo de indivíduos.
Em 1930, resolveu largar toda sua rendosa atividade em Londres, o consultório da Harley Street e os laboratórios, para buscar na natureza este sistema de cura que idealizara desde pequeno, e que sentia estar próximo dele.
Tinha, então, 44 anos.
Partiu para Gales.
Ao chegar, descobriu que levara por engano uma mala com calçados no lugar de uma com o material necessário para o preparo de medicamentos homeopáticos: almofariz, vidros, etc.
Isto acabou impulsionando-o mais rapidamente na direção da descoberta de um novo sistema de extrair as virtudes medicamentosas das plantas.
A homeopatia não estava longe, mas não era exatamente o que procurava.
Deixou, portanto, a fama, o conforto e um lugar de destaque na sociedade médica londrina.
Antes de ir, queimou tudo o que já tinha escrito até então e deixou o resto do trabalho para ser concluído pelos colegas e auxiliares que trabalhavam com ele.
A maioria dos colegas o condenou.
Foi, no entanto, encorajado pelo Dr. John Clark, diretor do Homeopathic World, um jornal médico homeopático, que colocou seu periódico à disposição para que Bach publicasse suas descobertas.
Esta oportunidade foi totalmente aproveitada por Bach.
No outono de 1935, descobriu Mustard, o último dos 38 florais.
Morreu dormindo em 27 de novembro de 1936 (de parada cardíaca com 50 anos de idade) em sua casa em Monte Vernon, Grã Bretanha.

As Essências Florais no Mundo de Hoje

O uso de flores e plantas no tratamento humano é muito antigo.
Pesquisas indicam que as flores já eram utilizadas com este objetivo antes de Cristo.
Os aborígines australianos comiam a flor inteira para obter os seus efeitos, tanto os egípcios, como os africanos e os malaios já faziam uso delas tratar dos desequilíbrios emocionais.
Há registros de que no século XVI Paracelsus já utilizava as essências florais para tratar de desequilíbrios emocionais em seus pacientes.
Nos anos 30, o Dr. Edward Bach queria as essências florais nas casas das pessoas, onde a mãe pudesse indicar o melhor floral para o seu filho.
Hoje, passados 90 anos, a Terapia Floral está se consolidando, a cada dia, nos consultórios dos terapeutas, psicólogos, médicos, etc do mundo inteiro.
As essências florais são consideradas remédios homeopáticos nos EUA.
A Inglaterra tem rígidos padrões de qualidade com os seus remédios.
E, assim é em vários países do mundo.
No Brasil, os as essências florais surgiram nos anos 80 e se intensificaram nos anos 90 e são consideradas complementos alimentares.
Como se vê, é um mercado muito novo, em expansão no mundo inteiro.
Os brasileiros são muito receptivos a este tipo de tratamento natural, sem contra indicações e sem efeitos colaterais.


copiado de http://www.florais.com.br/si/site/1004/p/A%20Hist%C3%B3ria%20de%20Bach

Nora Weeks, a colaboradora mais fiél  de Dr.Bach  fala sobre o preparo dos Remédios Florais.
  "A natureza usa o sol, a água, o ar e as flores silvestres vivas. As plantas crescem e recebem do solo aquilo que elas próprias escolhem, ao ar livre.
O sol empresta a força curativa da vida das flores à água de uma tigela de vidro. A natureza então toma tudo em suas mãos, pois, com exceção de rápida e delicadamente colher as flores e colocá-las na água, tudo acontece sem a interferência humana.
As flores ainda estão frescas e vivas quando a preparação se encerra. A água da tigela fica brilhante e repleta de pequeninas bolhas – água viva, a força viva das flores. As flores fervidas no início do ano, antes que o sol tenha adquirido toda a sua força, também não sofrem interferência humana, exceto durante a coleta”.
 
 

 Fotos  do preparo da tintura mãe, desde a separação das flores, passando pelo preparo,  utilizando o  método solar(Vine, Gorse, White Chestnut e Centaury ) e o método de fervura - boiling e a finalização da tintura. Estas fotos mostram os florais sendo preparados.
copiado de  http://tourterapeutico.blogspot.com.br/2011/10/florais-de-bach-metodo-de-preparo.html

 

28 de ago de 2012

Terceira Idade

A longevidade aumentou. 
O segredo agora é chegar bem à velhice. 
De olho no futuro, muita gente muda de hábitos e busca um dia-a-dia mais saudável

"Ela é muito ativa, lúcida e independente. 
Ainda se interessa por assuntos como economia, por exemplo”, contou, orgulhosa, Ana Maria Alvim, quando a reportagem da Revista E tentou arrumar uma brecha na agenda de sua mãe, a baiana Elza Alvim, de 98 anos “e meio”, como ressalta a filha. 
Encontrar uma janela entre os compromissos da quase centenária dona Elza é tarefa árdua. 
 “Amanhã, não dá. 
É dia de cabeleireiro”, alegou na primeira tentativa. 
“Já faz um tempo que não faço as unhas e arrumo o cabelo, enfim, toma muito tempo”. 
A reportagem quis marcar para dali a dois dias.
“Também não dá. É o dia em que o pessoal [a família] vem almoçar aqui. Fica tudo muito agitado”, desculpou-se. 
Depois de algumas tentativas, o encontro aconteceu. 

Vida longeva não é novidade na família da entrevistada. 
A avó de dona Elza, Guilhermina, viveu até os 100 anos – o que era raro na época, século 19, quando a expectativa de vida dos brasileiros ia pouco além dos 40. 
E o feito de dona Elza nesse quase um século de vida é de impressionar. 
Nunca teve uma doença grave e seus exames periódicos revelam a mais perfeita saúde. 
Não usa óculos nem sofre de perda de memória. 
O único sentido que a idade alterou foi a audição, reparada com o uso de um aparelho. 
No mais, tudo permanece como sempre foi, inclusive a vaidade. 
No dia da entrevista, unhas bem-feitas, cabelos arrumados e leve maquiagem com batom rosa-claro formavam o visual bem cuidado. 
“Sempre fui vaidosa e perfeccionista”, diz ela. 
Percebe-se. 
A pele do rosto é a de quem nunca exagerou no sol nem se submeteu a cirurgias plásticas. Nas mãos e braços não há manchas. 
As pernas, motivo de orgulho, permanecem rijas.
Dona Elza envelheceu, mas não perdeu a vida. 
Atualmente vive com o neto. 
Aliás, ele vive com ela, depois de se separar. 
De segunda a sexta conta com a ajuda de um motorista e de uma empregada doméstica para as tarefas do dia-a-dia. 
“Mas sou eu que faço tudo”, ressalta. 
“Vou ao supermercado e ao banco e, às vezes, faço a comida, usando coisas leves e saudáveis.
” A alimentação foi sempre preocupação na família de dona Elza.
“Na minha casa não comíamos carne. 
Meu pai não tinha esse hábito. 
Havia muita verdura e sementes oleaginosas, como nozes. 
Foi sempre assim”, relembra. 
Cigarro e álcool também nunca fizeram parte de seus hábitos.

Novidade

Dona Elza é o retrato do casamento de diversos fatores.
“O avanço científico do século 20 foi determinante para aumentar a longevidade. 
A senhora quase centenária teve a sorte, é verdade, de ter nascido no século 20, era de grandes avanços na medicina, e de ter vindo de uma família que lhe proporcionou boas condições de vida, repassando a ela, ainda, componentes genéticos favoráveis. 
Mas somente isso não garante que se desfrute um envelhecimento saudável”, explica a geriatra Andrea Prates, coordenadora do Centro Internacional de Informações para o Envelhecimento Saudável (Cies). 
“Além de fatores como genética e ambientes favoráveis, hábitos saudáveis são também determinantes.”
É aí que entra o mérito de dona Elza. 
Durante a maior parte da vida ela manteve a preocupação com seus hábitos. 
Algo tão importante quanto eles, desfrutou de uma vida social ativa, cercada por amigos e pautada por interesses próprios. 
“Gosto de música. 
Estudei violino e piano e sempre gostei de costurar minhas roupas”, conta ela. 
Ana Maria, a filha, tem razão quando fala, empolgada, sobre o interesse da mãe por assuntos atuais. 
“Atividade intelectual e o interesse por assuntos do cotidiano fomentam o convívio social e estimulam as funções mentais, mantendo os neurônios mais ativos”, segue a doutora Andrea Prates. 
“E isso contribui, inclusive, para a boa memória.”
Porém, não existe uma única fórmula. 
Assim como as pessoas são diferentes, a maneira como cada um envelhece também. 
Mas é consenso entre os especialistas que é possível, e recomendável, que se comece a pensar na velhice antes de ela chegar. 
E isso não significa apenas recorrer ao corretor mais próximo à procura de um plano de previdência. 
O “investimento” deve ser também pessoal. 
Diante dessas novas informações há muita gente disposta a reinventar o modo de vida em nome do presente e do futuro.

Começar de novo

“Estão vendo aquela escada ali? 
Como é que vocês querem subi-la daqui a 20 anos? 
De cabeça erguida ou apoiados em uma muleta?
” Essa foi a pergunta que a jornalista Márcia Ribeiro, de 43 anos, escutou durante uma palestra de Abílio Diniz, presidente do Grupo Pão de Açúcar, em São Paulo. 
“Aquilo ficou na minha cabeça”, conta Márcia. 
O empresário é tido como exemplo do homem que a certa altura da vida incorporou novos hábitos em prol de um presente e de um futuro mais saudáveis. 
Até a tal palestra, Márcia tinha uma rotina muito diferente da que tem hoje. 
Era fumante – chegava a fumar um maço de cigarros por dia –, dormia pouco, cerca de três horas por noite, se alimentava mal e era sedentária. 
 “Pegava o carro para ir à padaria”, lembra. 
Há três meses, no entanto, Márcia resolveu que era chegada a hora de mudar. 
“Resolvi mudar de vida para enfrentar os próximos anos”, diz. 
A gota d'água foi perceber que todo alimento ingerido tinha o mesmo gosto, o do cigarro. 
O paladar alterado lhe tirava a fome. 
“Eu simplesmente não comia. 
Ainda estranho a sensação de fome”, conta ela, que engordou 7 quilos nos últimos três meses, mas está feliz.
 “Eu usava roupas de minha filha de 14 anos. 
Esse não é o corpo normal de uma mulher aos 43”, diz.
Além de abandonar o cigarro, Márcia vem praticando ioga com freqüência e caminha todas as manhãs no Parque da Água Branca, Zona Oeste de São Paulo. 
A ausência do tabaco está tendo efeito dominó na vida da jornalista. “Sinto agora a necessidade de movimentar meu corpo. Por isso acordo cedo para a caminhada. Assim, vários problemas foram resolvidos de uma só vez”, calcula ela. Hoje, Márcia aproveita a caminhada para levar as duas filhas à escola – motivo de discussões constantes com o marido – e, de quebra, ganhou mais tempo em companhia das meninas. A qualidade do sono também melhorou. “Tudo ficou melhor, até meu humor”, empolga-se ela, que credita aos novos hábitos mudanças em todos os âmbitos da vida. 
“A prática da ioga me deu outra expectativa sobre a vida. 
Essa foi a maior descoberta, pois comecei a cuidar do espírito”, revela. Márcia tem toda a razão em se preocupar com um corpo são, mas também com a mente sã na busca por um futuro saudável. 
Ao contrário do que se convencionou pensar, a velhice não nos torna necessariamente mais sábios se não fizermos a nossa parte. 
“A experiência é um bem precioso que deve ser sempre cultivado”, alerta José Carlos Ferrigno, da Gerência de Estudos da Terceira Idade do Sesc São Paulo.
“Uma boa parte das pessoas não tem coragem de viver mais intensamente, de refletir sobre o próprio comportamento ou de pensar nas necessidades dos outros. 
Ou seja, não criaram empatia com os que as cercam. 
Essa posição narcisista certamente vai desembocar em uma velhice mais difícil e infeliz”, afirma. 
“Fácil não é. Não basta só ter vontade, é preciso muita determinação”, retoma Márcia. “Prometi que vou continuar firme nestas ações, sempre em busca do equilíbrio. 
Daqui a 20 anos, eu quero subir a escada de cabeça erguida.”
Por processo semelhante ao da jornalista também passou seu colega de trabalho, o assessor comercial José Flávio Ferreira, de 50 anos, casado pela segunda vez e sem filhos. 
Há cerca de dez anos ele enfrentou um divórcio, na mesma época em que foi demitido da empresa na qual trabalhava. 
“Encarei aquela situação como um recomeço. 
Passei a ver a vida com mais otimismo, a me soltar e a me cuidar mais”, conta. 
O primeiro passo foi prestar atenção na dieta e praticar atividade física com freqüência. 
“Hoje caminho cerca de 5 quilômetros por dia.” Já o se “soltar mais” a que se refere Flávio foi a concretização de um sonho antigo: viajar. 
“Depois da demissão, tirei um ano de férias. 
Fui para todos os lugares que sempre quis conhecer e voltei a todos por onde tinha passado rapidamente a trabalho. 
Rompi com a vida-clichê, com o plano de carreira e com a burocracia em que vivi durante aqueles 11 anos na empresa. 
Adotei uma nova postura para viver mais e melhor e valorizar cada minuto da minha vida”, diz Flávio.

A idade é só um número?

Tecnicamente, o envelhecimento é um processo de desgaste de tecidos e órgãos que todo ser humano experimenta. 
Mas não necessariamente da mesma forma

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu o início da terceira idade aos 60 anos nos países em desenvolvimento e aos 65 nos países desenvolvidos. 
No entanto, quando se trata de saúde, não é suficiente estabelecer apenas um único critério para identificar um grupo tão grande e heterogêneo de pessoas. 
“A idade cronológica não é o parâmetro mais importante na velhice para determinar a qualidade de vida do idoso”, explica a geriatra Andrea Prates, do Centro Internacional de Informações para o Envelhecimento Saudável (Cies). “O mais importante é a capacidade funcional e a autonomia dessa pessoa.” Ou seja, a tão temida dependência é o que, de fato, estabelece o quão “velho” se está. “Atendemos pessoas que aos 65 anos padecem com más condições por já ter sofrido um derrame cerebral e conviver com as seqüelas, por exemplo”, retoma a médica. “Ao mesmo tempo, chegam pacientes que aos 80 ou 90 anos ainda estão muito bem. 
Ou seja, é importante não fumar, comer bem e se exercitar, mas fatores emocionais, boas relações familiares, acesso à informação, enfim, um bom ambiente também faz parte da equação.”
O envelhecimento saudável está muito atrelado ao que a médica chama de “capacidade de reserva”. 
O que diferencia o jovem do idoso é justamente o equilíbrio das funções dos órgãos. 
Essa capacidade cai conforme a idade avança, por isso é tão importante haver a manutenção ao longo da vida. 
“Obviamente, adquirir hábitos saudáveis faz bem em qualquer idade, mas, quanto mais jovens fazemos isso, melhor”, recomenda. 
E dá um alerta: 
“É igualmente fundamental que a sociedade comece a encarar o envelhecimento como um processo no curso da vida, uma época em que também é muito importante manter nossos projetos. 
Hoje ainda pode sobrar muito tempo depois da aposentadoria. 
Devemos nos empenhar em viver esses anos, como sempre, com qualidade.
” Não existe, portanto, uma receita certeira que garanta um envelhecimento saudável. Pesquisas indicam fatores que podem contribuir para isso. 
Estar ciente dessas informações e tomar atitudes pensando no futuro mostra que o indivíduo certamente está fazendo a sua parte.
No entanto, a realidade brasileira é caracterizada por desigualdades extremas no que se refere à qualidade de vida na Terceira Idade. 
Um número expressivo de idosos vive em condições precárias, sem oportunidades do exercício de hábitos saudáveis nessa etapa da vida. 
Para essa parcela da população é necessário implementar políticas, concatenadas entre o poder público e a iniciativa privada, que sejam suficientes para garantir condições mínimas de um envelhecimento com dignidade.

copiado de Portal SESC

PRECISO DE SOCORRO !!!! URGENTE!!!!


Floral de Emergência – Rescue -  Para primeiros socorros, emergências e estresses.

Embora não seja um remédio floral em si mesmo, Rescue é o Floral de Bach mais conhecido.
Rescue não substitui o tratamento médico, entretanto ajuda a prevenir ou a superar rapidamente o trauma energético de situações adversas e/ou súbitas, que poderiam trazer sérias conseqüências físicas.

Pensando dessa forma, tudo o que esgota a energia recebe o nome de trauma energético.
Os exemplos são amplos e variados:
Desde o sobressalto (choque) que lacontece quando uma porta bate sem que se espere até que quando acontece algum tipo de acidente, desde uma simples queda, queimadura, etc., até um acidente grave com perda de consciência;
O conhecimento repentino de uma notícia ruim;
Um problema familiar grave;
A tristeza que antecede ou sobrevém a perda de pessoa querida;
Um acidente onde houve perda de consciência;
O sofrimento antecipado (ansiedade, preocupação e/ou medo) antes de um exame, ou de uma entrevista ou reunião difícil, ou subir ao palco, falar em público;
Ir ao dentista, ao hospital, ou uma passar por cirurgia (pré ou pós) - alivia o medo e ajudar o paciente a recuperar a calma;
Receio, confusão ou com um medo inexplicável;
Angústia e frustração, desânimo profundo e não reagir a esse estado.

Assim, percebemos que o Rescue é indicado em situações onde é necessário mantermos a harmonia para ultrapassarmos as dificuldades.
O Rescue Remedy é benvindo nas emergências, acidentes e situações de angústia pois reconforta e acalma, ajudando a restabelecer o equilíbrio.
Rescue sempre ajudará a aliviar a apreensão, restaurando o equilíbrio e a confiança.

Como usar:

Pingue 4 gotas debaixo da língua.
Esse procedimento pode ser repetido de hora em hora até que perceba que voltou a um estado mais harmonizado.

Também pode-se ofecerer a uma pessoa que tenha passado por alguma dessas situações, basta colocar 4 gotas num copo de água, e oferecer a ela.


O Floral Rescue contém cinco flores já misturadas:

 Star of Bethlehem - (choque) para "trauma" e entorpecimento
Rock Rose para terror e pânico.
Impatiens (stress) - para  a irritabilidade e tensão
CherryPlum (desespero e descontrole) - para o medo de perder o controle
Clematis (desmaios e perda de consciência) para a sensação de estar "muito longe", que
 freqüentemente precede a inconsciência.

O Floral Rescue também existe em forma de pomada ou creme, podendo ser aplicado em ferimentos, mordidas, ferroadas, queimaduras, distensões, massagens e em muitos outros casos.

Por ser um remédio vibracional-energético, os Florais não possui contra-indicação nem perigo de overdose, uma vez que não é um remédio químico.
Não produzem qualquer alteração ou rejeição e podem ser usados concomitantemente a outros tratamentos.

Este é o único floral que não necessita de indicação por parte de um terapeuta.
Por ser emergencial, deveria fazer parte da “caixa de 1ºs socorros” de todas as pessoas!!

Os Florais de Bach figuram entre os sistemas médicos alternativos reconhecidos e recomendados pela Organização Mundial de Saúde desde 1976.

O tratamento com florais não substitui o tratamento médico em caso de doenças graves, mas o complementa e auxilia.


OBS: Pesquisa realizada em 2007, pela University of Miami School of Nursing, em conjunto com o The Sirkin Creative Living Center confirma a eficácia do Rescue, como eficiente colaborador no combate ao elevado nível de stress e ansiedade. (Referência: Healthy Magazine – Inglaterra)

Florais de Bach ajudam a transformar a terceira idade em melhor idade



O mundo está envelhecendo. 
A população de idosos representa um contingente de quase 15 milhões de pessoas com 60 anos ou mais de idade (8,6% da população brasileira). 
Nos próximos 20 anos, a população idosa do Brasil poderá ultrapassar os 30 milhões de pessoas e deverá representar quase 13% da população ao final deste período. 
No mundo, em 2050, um quinto da população será de idosos. 
Os números mostram que, atualmente, uma em cada dez pessoas tem 60 anos de idade ou mais e, para 2050, estima-se que a relação será de uma para cinco em todo o mundo, e de uma para três nos países desenvolvidos. 
“Estes dados do levantamento do IBGE refletem a urgência em encarar as limitações da velhice buscando alternativas e soluções, promovendo debates e colocando em prática idéias para os anciãos, enquanto problema, incentivando o uso de suas melhores possibilidades”, pondera a Terapeuta Floral Maria Aparecida das Neves.

Maria Aparecida diz que o idoso pode deixar de ser aquela pessoa triste, esquecida e doente para descobrir a sensação de estar de bem com a vida e perfeitamente engajada em mais uma etapa natural de sua existência. 
“A velhice, também chamada de terceira idade, não precisa ser feia e triste, porque é a última etapa da vida, mas é gratificante e alegre porque o indivíduo conseguiu chegar à longevidade pleno da consciência de que sempre tem algo mais a fazer por si mesmo, senão pela sociedade que não quer mais lhe voltar às costas”, alerta.

Para Aparecida, entre no processo biológico do envelhecimento há, em linhas gerais, uma diminuição progressiva e irreversível da energia livre disponível no organismo e redução da quantidade de células de funcionamento normal. 
“Os Florais de Bach atuam nos processos biológicos (aceitação ou recusa da situação do velho, aceitação ou rejeição pelo meio, atitude hostil ante o novo, diminuição da vontade, das aspirações e da atenção, enfraquecimento da consciência, apego ao conservadorismo, deteriorização da memória anomalias do caráter: desconfiança, irritabilidade e indocilidade, estreitamento da afetividade, etc.) e social (isolamento social, situação econômica crítica, insegurança social, estado de saúde insatisfatório, ruptura com a vida profissional, perda concomitante da função e do status social, falta do idoso poder escolher o laser, etc.), propiciando bem estar enquanto o leva ao melhor engajamento na sociedade, devolvendo-lhe com carinho e atenção os nossos cuidados, como gratidão às suas contribuições à humanidade, seja no macro ou micro cosmo”, explica.

Acreditando que o processo biológico do envelhecimento abala o estado emocional do idoso, a Terapeuta Floral dá dicas do uso dos Florais de Bach:

• Quando existe recusa da situação de idoso, aceitação ou rejeição pelo meio, atitude hostil ante o novo, desconfiança, irritabilidade e indocilidade, estreitamento da afetividade, entre outros sentimentos, pode-se gerar uma hostilidade que acaba por dificultar a convivência, porque os idosos distribuem raiva, irritabilidade, sentimento de injustiça e falta de aceitação de seu processo de vida. 
Neste caso, o Floral indicado é o HOLLY que vai transformar estes sentimentos de falta de aceitação, rejeição, ajudando a vencer as dificuldades, aceitando-as com amor e dedicação.

• Quando há diminuição da vontade, das aspirações e da atenção, a essência mais indicada é o GENTIAN porque eles se encontram desanimados, facilmente desencorajados por uma causa, perdem a fé nas coisas e na vida. 
Este Floral vai ajudar resgatando o otimismo, a perseverança e a confiança na providência divina.

• No caso de enfraquecimento da consciência, apego ao conservadorismo, deteriorização da memória presente, os idosos acabam situando-se mais no passado do que no presente e ficam presos a acontecimentos, lembranças do passado, dos bons tempos, sentem saudades e sofrem de nostalgia. Aqui, a essência Floral que pode ajudar é o HONEYSUCKLE que vai situá-lo no tempo. 
A pessoa tem capacidade de lembrar do passado, mas ao mesmo tempo viver o presente em sua plenitude, já que o Floral traz entendimento das vivências mal resolvidas que ficaram para traz.

• Quando seu estado de carência é tão elevado que acaba exigindo atenção e carinho do outro – quer seja cobrando o que já fez com ciúmes possessivo ou chantageando as pessoas que ama (Amor Condicional) – neste caso a indicação é do Floral Chicory, que vai transformar estes sentimentos que só afastam as pessoas que ele gostaria de ter por perto. 
A pessoa torna-se totalmente desprendida em favor do bem estar do todo e desenvolve o Amor Incondicional.

• Também podemos usar o Floral Olive preventivamente contra a diminuição progressiva e irreversível da energia livre disponível no organismo, que leva a uma grande exaustão e completo esgotamento tanto físico como mental. 
O Olive resgata a energia vital e traz de volta a energia de luta para enfrentar as adversidades da vida nesta fase.

Sobre os Florais de Bach

Os Florais de Bach – 38 essências de plantas e florais criadas pelo médico inglês, Edward Bach, na década de 30 – podem ajudar qualquer pessoa a administrar as pressões emocionais do dia-a-dia para garantir um corpo saudável. 
Eles têm ainda outras vantagens: são naturais, não são caros e não têm contra indicação.

O bacteriologista e pesquisador inglês Edward Bach identificou 38 estados negativos da mente como medo, incerteza, solidão e desalento, entre outros. 
Para cada estado de ânimo ele encontrou uma planta e criou uma essência Floral para tratá-los.

A chave para receitar o Floral de Bach é justamente reconhecer como a pessoa está se sentindo e verificar qual essência corresponde com o estado de espírito descrito. 
“É o passo mais importante para equilibrar as emoções”, adianta Aparecida. 
“São muitos os relatos de pacientes que, ao tomarem Floral, conseguiram controlar seus sentimentos e passaram a aproveitar melhor a vida”.

Por Simone Valente e Cristina Thomaz

Indico os florais através da Radiestesia!! 
O pêndulo, conectado com a energia do interessado, indica quais os florais mais indicados!!

Essa análise e indicação pode ser feita no consultório, ou através da Internet, bastando enviar o nome e data de nascimento do interessado.

Querendo saber mais detalhes, entre em contato pelo e-mail: mirhyamcanto@uol.com.br

22 de ago de 2012

Psicoterapia X Obesidade


A obesidade certamente é um dos maiores problemas que o homem enfrenta nos dias atuais, pois cresce ao redor do mundo com uma velocidade espantosa, invadindo países que até poucas décadas atrás eram registrados poucos casos de obesidade, como exemplo pode-se citar o Japão.
Existem atualmente muitos tratamentos que se propõe a tratar este mal, desde os mais embasados até os mais fantasiosos, cada um destes sistemas apontando as suas vantagens e as deficiências dos concorrentes, infelizmente temos também pessoas que lucram muito com esta mazela, prometendo resultados que infelizmente não se concretizam.
Deixando de lado os fatores físicos, podemos dizer que a obesidade está associada a um padrão vibratório e comportamental que desestrutura fortemente o corpo físico, quando não é modificado, dificulta muito a perda de peso, e ainda favorece sua posterior retomada, o famoso efeito sanfona.
Quando falamos de Obesidade, mais importante do que detectar o que a pessoa come é detectar de quais crenças o indivíduo se alimenta em seu dia a dia, quais os fatores emocionais e mentais em jogo, quais as expectativas de vida da pessoa e qual a visão que a própria pessoa tem de seu problema.

A mudança destes padrões vibratórios e comportamentais é de importância fundamental para aqueles que sonham avidamente em resolver esta situação, e infelizmente este ponto é negligenciado na maioria dos tratamentos existentes na atualidade.

Esta visão do homem como ser integro e integrado em todos os seus aspectos está baseada nos estudos das milenares Práticas Orientais que se apóiam em técnicas onde o fluxo de energia vital, o Ki, deve fluir sem embaraços por todo o corpo para que se estabeleça o equilíbrio e a boa saúde do organismo.

Todo ser humano tem a tendência a criar defesas emocionais, defesas essas que geram bloqueios impedindo o bom funcionamento da saúde como num todo. 
Esses bloqueios também inibem a ação da pessoa no mundo em que vive de forma favorável em sintonia com a sua verdadeira potencialidade para viver.
Inicialmente o cliente passa por uma entrevista, anamnese profunda para então se estabelecer um campo de ação mais adequado às suas necessidades.

A terapeuta de Transformação Essencial lhe auxiliará nesse processo!

Entre em contato com ela: Lilian Kimura - 99804-0222 e agende um atendimento!



8 de jul de 2012

Depressão!!! Diminua esse sintoma repondo minerais!!

Pode ser  carência de Cobre, Ouro e Prata - em forma de oligoelementos!
Nesse tipo de ocorrência observamos uma pessoa que possui uma falta de autodefesa do organismo perante as agressões, sejam físicas, infecciosas, tóxicas ou psicológicas. Essa grande depressão do sistema imunológico causa também baixa resposta (ou quase nula) aos tratamentos, com o agravamento dos processos infecciosos.
Esse tipo de carência pode aparecer por excesso de toxinas ambientais, farmacológicas, virais, bacterianas, fúngicas ou emocionais.

Aspecto emocional

São pessoas muito inteligentes que dificilmente acreditam nos outros e são, na maioria das vezes, inflexíveis.
Procuram situações estáveis, já comprovadas - por exemplo, um estilo de vida tradicional com conceitos claros e definidos, mesmo que sejam ultrapassados.
Têm tendência a viver comparando o hoje com o ontem.
Demonstram um estado de melancolia e desânimo, com uma constância em episódios de depressão e pessimismo.
Experimentam uma falta de vitalidade, cansaço, com esgotamento logo pela manhã e dura o dia todo, e o repouso não melhora.
Observa-se a diminuição da memória, da capacidade de concentração ou da atenção. Sofrem de sono muito irregular.
Psiquicamente, pode apresentar transtornos psíquicos como depressões, ideias obsessivas ou até mesmo um desejo de morte.
Apresentam também uma indiferença sexual.

Sintomas físicos

Como consequência da debilidade de suas defesas e resistência à atuação de antibióticos (remédios não surtem efeito) têm infecções frequentes, aparecimento de febre inexplicável.
No sistema digestivo ocorrem sintomas como colitis, fístulas, tendência à variação de pesos (geralmente emagrecimento), etc.
No sistema urogenital ocorrem infecções de urina de repetição.
Também podem ocorrer transtornos sanguíneos (anemia, leucemia, leucopenia), transtornos reumáticos (artrites crônicas, poliartrite, artroses severas), perturbações estáticas com escoliose; Lesão por Esforço Repetitivo (LER); e Distúrbio Osteo-muscular
Relacionado ao Trabalho (DORT). E por fim chegando até processos cancerígenos ou degenerações celulares, como a tuberculose.

Tratamento

A associação cobre-ouro-prata é a que trata este tipo desta oligodeficiência.
Devido os sintomas possuir caráter potencialmente grave e irreversível, este complexo de oligoelementos será realmente efetivo desde que o cliente não tenha chegado a uma fase avançada de lesão irreversível.
Em todo caso, é útil em qualquer situação de perda de vitalidade e má qualidade das defesas imunológicas.
Ainda que os sintomas possam desaparecer rapidamente, as recaídas são frequentes, por isso é aconselhável o tratamento por vários meses.

Segundo as particularidades de cada cliente, as carências detectadas pelo exame radiestésico possibilita a manipulação da suplementação individualizada que será utilizada diariamente pelo cliente, através da aplicação do gel nos pulsos!!

Para isso é necessário fazer a análise radiestésica no consultório ou à distância por troca de  e-mails.

Entre em contato por e-mail: mirhyamcanto@uol.com.br ou
por mensagem pelo Facebook: https://www.facebook.com/mirhyamcondecanto

Os principais minerais que auxiliarão na diminuição desses sintomas são:  Cobre-Ouro-Prata, Germânio, Lítio, Selênio e Magnésio, entre outros.

Ansiedade alternada com desânimo ou hiper-emotividade!! Pode ser carência de Manganês e de Cobalto




O corpo humano responde a todo estímulo externo, sempre se adaptando e buscando um estado de equilíbrio.
Quando a reação ao estímulo externo se mantém sem chegar ao equilíbrio, ocorre o sintoma ou disfunção.
Qualquer anormalidade nos mecanismos de defesa ou do equilíbrio metabólico provoca uma reação e uma disfunção, que pode lesar todo o organismo ou parte dele.
Nesse texto falarei sobre a carência de dois oligoelementos importantes: o manganês associado ao cobalto.

Você poderá saber se possui carência desses oligoelementos ao ler os sintomas provocados por essa falta:

Sintomas

Se você é um adulto na faixa dos 40 anos ou mais, existem quatro sinais que deve atentar para que, invariavelmente, perceba que possui essa deficiência mineral:

- Em primeiro lugar, levanta-se cansado e permanece cansado durante todo o dia, ainda que melhore a noite.
Antes das refeições também se sente cansado, vazio;

- Ocorrem cada vez com mais frequência períodos de ansiedade, desânimo, hiperemotividade ou angústia, já que a pessoa começa a sentir "velha".
Não é idoso pois encontra-se na faixa etária entre 40 e 50 anos, mas sente que está perdendo a memória rapidamente;

- A qualidade do sono também pode piorar e, assim, encontramos o paciente que pode começar a sofrer de insônia, a despertar no meio da madrugada ou excessivamente cedo;

- E, finalmente no nível físico, acontece o aparecimento de transtornos de origem gastrintestinal, cardiovascular e reumatológico.

Essas quatro características definem o indivíduo que está na diátese III (da ansiedade), que atinge a faixa etária após os 40 anos, onde ele percebe que não é mais como antes - no que se diz respeito ao declínio da sua qualidade de vida.

Aspecto emocional

Psicologicamente nervoso, emotivo, depressivo ou melancólico, e ansioso.
Diminuição de entusiasmo, ânimo, desejo sexual e de sono (ou da qualidade deste).
A perda da memória se acelera e a concentração é nitidamente diminuída.
Aparecem distúrbios emocionais mais profundos como hiperemotividade, angústia, sensações de euforia seguida de apatia.
A Síndrome do Pânico também pode ocorrer.
Neste caso, a pessoa sente-se como se houvesse envelhecido subitamente e que a sua qualidade de vida piorou.

Sintomas físicos

Quanto ao nível circulatório, nota-se uma debilidade nas pernas, assim como o aparecimento de inchaço dos membros inferiores, peso nas pernas, varizes, flebites, câimbras ou outros problemas circulatórios como hemorroidas, vertigens, zumbidos, alterações da pressão arterial, hipertensão, taquicardia de origem nervosa, doenças cardiocirculatórias, etc.

No sistema digestório observa-se distúrbios digestivos, úlceras, colites, inchaço abdominal, cólicas, diabetes, aumento de colesterol.
Diminuição das funções corporais de eliminação, cálculos renais, gota, oligúria, uremia, etc.
Há ainda problemas de pele, como urticárias e eczemas crônicos.
Pode haver impotência e falta de desejo sexual - geralmente quando associado ao cansaço e às alterações nervosas -, distúrbios hormonais da menopausa.
Artroses e artrites costumam evoluir de modo deformante e doloroso.
Cefaléias (geralmente no osso occipital, na região da nuca) e enxaquecas.

Tratamento

São indicados para este indivíduo os oligoelementos do composto manganês-cobalto (Mn-Co), que deverá ser administrado por no mínimo três meses para, depois, avaliar a melhora.
Segundo as particularidades de cada cliente, as carências detectadas pelo exame radiestésico possibilita a manipulação da suplementação individualizada que será utilizada diariamente pelo cliente, atraves da aplicação do gel nos pulsos!!

Para isso é necessário fazer a análise radiestésica no consultório ou por troca de e-mails (à distância).

Entre em contato por e-mail: mirhyamcanto@uol.com.br ou
por mensagem pelo Facebook: https://www.facebook.com/paginadramirhyamcondecanto


Os principais minerais que auxiliarão na diminuição desses sintomas são: Manganês-Cobalto, Enxofre, Iodo, Lítio, Selênio e Magnésio entre outros.